quarta-feira, 10 de maio de 2017

Fala, EFA Tabocal!



A Escola Família Agrícola Tabocal: que chão é esse?

          A Escola Família Agrícola Tabocal, localizada no município de São Francisco, Norte de Minas Gerais é resultado de uma mobilização de Agricultores Familiares, Lideranças Comunitárias e Sindicais, Cáritas Diocesana de Januária, Associações, pessoas e Entidades comprometidas e preocupadas com o desenvolvimento sustentável desta região. As atividades escolares iniciaram-se em 03 de outubro de 2005.
A Escola Família Agrícola Tabocal – EFAT é uma instituição de ensino que adota a Pedagogia da Alternância, sessão na escola e sessão no meio sócio profissional. É localizada na Comunidade Granja Primavera, meio rural, no município de São Francisco, no Norte de Minas Gerais. O munícipio tem 56.619 habitantes (IBGE censo 2016), a Comunidade tem em média 100 habitantes, a vegetação predominante da região é mata seca.
A escola atende jovens rurais de uma variedade de municípios, tais como: São Francisco, Chapada Gaúcha, Mirabela, Brasília de Minas, Luislândia, São Romão, Urucuia, Itacarambí, Januária, Pedras de Maria da Cruz, São João da Ponte, Ibiracatu, São João das Missões, Pintópolis, Patís, Manga e Mambaí - GO. A EFAT oferta para os jovens rurais o Ensino Médio Integrado ao Curso Técnico em Agropecuária, uma educação contextualizada e uma formação integral.
A maioria das famílias participa da vida dos alunos na escola, demonstra interesse através de ligações telefônicas, informes no caderno de acompanhamento, e às vezes visitas realizadas na instituição de ensino. A escola busca de várias formas envolver a família nos contextos escolares e fazer com que participem e colaborem com a escola na promoção de um ensino de qualidade. As assembleias de pais e as visitas às famílias são momentos que a EFAT promove com frequência para que os pais tenham um envolvimento e compromisso maior com a escola. A EFAT futuramente promoverá a formação das famílias, para trazer os pais dos alunos efetivamente para dentro da escola.



















        Atualmente na EFAT tem 205 alunos frequentes, contando com as três turmas do 1º ano, duas turmas do 3º ano e duas turmas do 2º ano com média de 38 alunos por sala.  A equipe da escola é composta por 15 monitores (professores) internos, (No conjunto dos monitores internos está incluso uma supervisora, um secretário e uma auxiliar de secretaria). Os funcionários que não são internos são: A bibliotecária, a diretora, três auxiliares da cozinha e um guarda noturno, totalizando 21 funcionários. A maioria dos professores são formados em Licenciatura na área da disciplina que lecionam, existe quatro professores que estão cursando Licenciatura em Educação do Campo.
A EFAT busca ofertar a Educação do Campo de qualidade para os jovens, mas enfrenta algumas dificuldades para a concretização desse objetivo, como: a inexistência de materiais didáticos próprios das EFAs, desafio para os professores trabalharem aulas interdisciplinares, desafio na logística para efetuar as visitas às famílias, espaço apropriado e equipado para experiências nas disciplinas de Química, Física e Biologia, etc.
Na oferta de um ensino de qualidade a escola realiza alguns projetos para contribuir na formação dos alunos, como: seminário de bioética, drogas, Consciência Negra, preservação ambiental, Lixo na escola, Produção de Mudas e Projeto Profissional do Jovem. Os eventos realizados são: Seminário de experiência de física, Semana do Técnico em Agropecuária, Semana da Juventude do Campo e da Cidade e Seminário sobre Cultura Popular, Festa Junina ( Quadrilha) e Olimpíada Rural.
O Projeto Político Pedagógico como forma de organização do trabalho da escola, fundamenta-se na lei de Diretrizes e Bases da Educação, pautando seus afazeres nos princípios de: igualdade, qualidade, gestão democrática, liberdade e valorização do magistério.
O espaço físico da escola é composto por quatro salas de aula, sala de informática, sala de professores, secretária, biblioteca, agroindústria, refeitório e cozinha, lavanderias, 07 alojamentos masculinos, alojamento feminino, auditório, casa de monitores, casa de semente (inativa), campo de futebol, campo de voleibol, Horta PAIS (Produção agroecológica Integrada e Sustentável), 02 viveiros, Avicultura, Suinocultura, Caprinocultura, Minhocário, etc. 
A escola é uma instituição flexível para novos projetos e atividades, o desenvolvimento do PIBID é visto como uma contribuição para o aprendizado dos alunos e desenvolvimento da escola.
Portanto, a Escola Família Agrícola Tabocal oferece a educação do campo que efetivamente valoriza o espaço rural e suas especificidades, principalmente a cultura camponesa.

Uma escola da gente pra gente

A Escola Estadual De Pedro Versiani está localizada na mesorregião do Vale do Mucuri, há 30 km da cidade de Teófilo Otoni no distrito de Pedro Versiani, município da cidade sede. O pequeno distrito de Pedro Versiani recebeu esse nome em homenagem ao engenheiro fiscal da linha férrea Bahia-Minas, Pedro José Versiani, que trabalhou na região no século XIX e foi o chefe da construção de prolongamento da ferrovia em 1897 quando seus trilhos foram inaugurados. 
A escola então recebe também o nome do município. Localizada na zona rural ela atende em sua totalidade alunos do campo. Fundada na década de 60, não possui seus arquivos originas que foram perdidos numa grande enchente que aconteceu no distrito naquele período, seus arquivos e históricos escolares contam a partir da década de 70.
No município a vegetação predominante é o cerrado, com algumas ocorrências de Mata Atlântica, o clima é seco e a região sofre com períodos de chuvas intensas ou longos períodos de seca que por muitas vezes assola a região, as queimadas de pasto para o renovo da pastagem são comuns, o que prejudica muito o solo local e intensifica a sensação de calor.
A escola está localizada numa área relativamente plana e não oferece risco aos alunos, atende desde o Ensino Fundamental até o terceiro ano do Ensino Médio, possui salas de tempo integral que ainda não estão funcionando este ano, devido à não liberação do projeto pela Superintendência Regional de Ensino-SRE local. Embora possua transporte escolar, que leva alunos dos vilarejos e distritos próximos, a escola conta também com um anexo em uma escola municipal no distrito de Brejão com 1°, 2° e 3° ano do Ensino Médio para melhor atender aos alunos do campo. O prédio escolar está em bom estado de conservação, possui salas de aula com ventiladores, banheiros feminino e masculino, sala de informática, sala de professores, secretaria, sala da direção e cantina.  Atende cerca de 550 alunos e conta com 60 profissionais que atuam na escola, desde professores, serviçais, secretária, direção, vice-direção, Assistente Técnico e supervisão. A escola possui um campo para práticas de esportes, contudo o mesmo está numa rua lateral à escola e os alunos têm que se deslocar até lá para as aulas de educação física e quando realizam atividades extraclasse.  Eles costumam reclamar do deslocamento principalmente nos dias quentes.
A direção da escola me recebeu muito bem e se dedica diariamente à escola e seus alunos. Nunca deixando morrer seus projetos, como a Revista Literária, que incentiva a leitura a produção literária e artística, o passeio dos alunos ao SESC de Teófilo Otoni, na semana das crianças em Outubro, uma viagem anual a lugares históricos, numa proposta de socialização e inclusão dos alunos nos espaços urbanos, a feira de ciências, o projeto "Consciência Negra" e o bazar solidário que acontece na escola para ajudar pessoas carentes e estreitar laços com a comunidade escolar, onde todos participam. A proposta e o projeto do Pibid foram bem aceitos pela escola e também pela professora de Arte, Gissela de Castro, que estou acompanhando. 
      




A escola mais antiga da cidade de Itaipé era chamada de São José. Escola que era administrada e dirigida pela paróquia. No ano de 1959, tornou-se Escola Estadual São José. A escola atendia uma média de 150 crianças e jovens da cidade e da zona rural, em turmas que chegavam a ter até 40 alunos.
Na década de 1970, a E. E. São José passou a ser denominada E. E. Cel. Clemente Luiz. Nome dado a escola em homenagem ao Coronel Clemente Luiz, pai do então prefeito Eurípides Batista dos Santos.
Mas a situação da escola era precária, pois além da falta de materiais básicos para uma boa educação, não possuía um prédio próprio e apropriado para o estabelecimento de um ambiente  de ensino.  Após grandes lutas e muito sofrimento em prol da educação, foi construído o prédio da escola. Após o prédio ficar pronto todos que esperavam ansiosos para a inauguração da escola tiveram que esperar por mais um ano. Até que a superintendente da secretaria de educação de Teófilo Otoni veio à cidade e constatou que não havia mais condições para alunos e professores continuarem expostos às condições precárias do ambiente onde se localizava a escola temporária. Uma semana depois da visita da superintendente de educação foi liberada a inauguração da escola, no ano de 1981. A chegada do Ensino Médio na escola aconteceu apenas no ano de 1992. Esta é única escola da cidade que até hoje atende alunos desta modalidade de ensino..
A E. E. Cel Clemente Luiz, localizada no município de Itaipé, construída em área de relevo baixo, não tem nenhum tipo de vegetação, pois a escola se localiza em uma área urbana que é rodeada por residências. Tem uma boa estrutura física com quadra, cantina e refeitório para os alunos merendarem. O córrego mais próximo da escola fica aproximadamente a 100 metros de distância. Na atualidade a escola atende 976 alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio. A maioria desses alunos é da zona rural. Todos os anos os estudantes participam da feira de ciências e a feira de cultura, com quadrilha e comidas típicas de festa junina.  A maioria dos professores da escola tem nível superior, cerca de 90%, o restante está em conclusão de curso.

Para a escola tudo sobre o PIBID é novo, pois é a primeira vez que eles recebem um(a) pibidiano(a) com seus projetos pedagógicos. As expectativas são as melhores possíveis dentro das possibilidades da escola.

Conheça a “Escolona”
                     
A Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima é a mais antiga da cidade de Jenipapo de Minas. Já foi chamada por muitos anos de “grupo”, mas o seu apelido mais comum é o famoso “escolona”, devido ao seu tamanho e localização, sendo na parte alta do centro da cidade em uma das ruas principais, a Monsenhor Bernardino. Atende alunos de dois municípios vizinhos: Araçuaí e Francisco Badaró. Funciona em três turnos e oferece o Ensino Fundamental I e II, Ensino médio e EJA (Educação de Jovens e Adultos). Tem uma média de 30 a 40 alunos por sala.
A escola conta com uma boa estrutura física, em boas condições de funcionamento. As salas de aula não são espaçosas, o espaço não permite aos alunos se movimentarem com tranquilidade uma vez que as turmas são muito cheias. No pátio há mesas e bancos para que os alunos possam merendar, conta com  cantina, sala de vídeo, laboratório de informática, biblioteca e estão montando um laboratório de ciências. Há na escola uma quadra e um espaço onde há alguns anos havia uma grande horta. Os bibliotecários realizam projetos de incentivo a leitura, juntamente com o apoio de professores de Língua Portuguesa. Desenvolvem também feira de ciências, projeto do dia da consciência negra, festa junina. Os professores têm formação superior.
A “Escolona” foi reconhecida como Escola do Campo no segundo semestre do ano de 2016. Pois mais de 80% de seus alunos são do campo. Desde o ano de 2014 conta com bolsistas do PIBID Diversidade atuando juntamente com os professores, colaborando com a escola e desenvolvendo projetos diferenciados de acordo com sua área de formação.
A expectativa da escola em relação aos projetos propostos pelo PIBID e também com relação à inserção dos bolsistas é grande, uma vez que na escola há muitos alunos com dificuldades de aprendizagem, e os bolsistas estando na sala de aula e participando de atividades da escola, colaboram para um aprendizado maior dos alunos.



 Escola do campo: trabalho e incentivo pedagógico


A Escola Estadual Santos Reis está localizada no Povoado de Vila Santos Reis, Zona Rural de Icaraí de Minas – MG, atende alunos do campo. A escola é de fácil acesso aos estudantes pelo fato de a maior parte deles morarem nas proximidades da mesma. A maioria dos estudantes que moram distante, aproximadamente 4 km, usam o transporte escolar composto por vans, que se encontram em bom estado de conservação. O total de alunos atendidos pela escola é 235, que se dividem entre os turnos matutino e vespertino.
O bioma em torno da escola é composto por vegetação do cerrado. A Escola Estadual Santos Reis tem em sua estrutura física seis salas de aula, uma sala para os professores, uma sala para a diretoria, uma sala para a supervisão, uma biblioteca, uma cantina, um refeitório, uma quadra esportiva descoberta, um banheiro masculino e um banheiro feminino com quatro divisórias. Nos banheiros dos estudantes há quatro repartições, duas pias, papel higiênico, espelho, e cestos. Há um banheiro para os funcionários. A biblioteca é espaçosa, e conta com um rico acervo literário, nesse mesmo espaço estão presentes onze computadores para uso dos estudantes, todos em bom estado de uso. Nas salas de aula tudo se encontra muito bem conservado: pintura, carteiras, quadro, cartazes, cortinas, porta, janelas, armários, piso, etc. A cantina é espaçosa, está bem conservada, e se encontra sempre em ótimas condições de higiene.  A sala dos professores, da supervisão, e da diretoria, são salas pequenas, porém bem organizadas e bem conservadas. Na sala dos professores há uma mesa grande, armários, e gavetas para todos os professores. Na sala da diretoria há cinco computadores, máquina de impressão e xerox. O pátio da escola é pequeno, gramado em algumas partes. O refeitório é utilizado tanto para os alunos merendarem, quanto para apresentações. É um dos lugares preferidos pelos estudantes para conversarem durante o intervalo.
Os profissionais da escola estão sempre colaborando com a realização das propostas pedagógicas através de discussões em reuniões de grupo, dando sugestões na elaboração da proposta, preparando avaliações diagnósticas, fazendo projetos de leitura, escolhendo materiais pedagógicos, e também confeccionando esses materiais. A escola organiza muitos eventos e festas como: apresentações teatrais, festivais de música, apresentações folclóricas, quadrilhas, dentre outras, contando sempre com a participação da comunidade escolar.
A relação entre alunos, professores, coordenação, pais, e comunidade em geral é boa, e envolve grande afeto, respeito e amizade. Além disso, os pais estão sempre presente nos eventos escolares buscando participar e se informar da vida estudantil de seus filhos.

O projeto político pedagógico, por ser uma ação interventiva, é um caminho traçado coletivamente por todos, alunos, professores, funcionários e direção. É elaborado por meio das discussões e reuniões vivenciadas em todos os momentos, de acordo com as necessidades e realidade de todos, não ficando somente arquivado, o mesmo refletido na prática diária da escola. Ao chegar a escola fui muito bem recebida pelos funcionários e alunos, o diretor ficou muito feliz por saber que posso contribuir com a comunidade escolar.


E.E Eduardo Milton da Silva: que escola é esta?
A Escola Estadual Eduardo Milton da Silva se localiza na sede do município de Novo Cruzeiro – Vale do Jequitinhonha – MG.  Situada à Rua Valmiro da Silva Catta Preta, numero 75, bairro Anastácio Roque Novo Cruzeiro de número de telefone (33)  3533-1307. A escola conta com 13 salas de aula, 100 funcionários, destes funcionários 50 professores, sala da diretoria, sala dos professores, laboratório de informática, quadra de esportes, cantina, refeitório, biblioteca, banheiros, despensa, almoxarifado, pátio e um pequeno jardim. Ao redor da escola as ruas são asfaltadas com um grande número de casas, ao fundo da quadra existe uma grande propriedade onde ainda se conservam características próprias do campo (área de floresta). A maioria das matrículas recebidas pela escola são de alunos do campo, cerca de 60%.  A referida instituição de ensino funciona em três turnos: matutino, vespertino e noturno. Pela manhã são 13 turmas atendidas de 7:00 às 11:15, a tarde são 12 turmas de 12:30 às 16:25 e a noite são 7 turmas de 19:00 às 22:30, com média de 28 alunos por sala. Nos turnos matutino e vespertino são ofertadas matrículas para os anos finais do Ensino Fundamental e o Ensino Médio. E no turno noturno atende os alunos do programa de Educação para jovens e adultos. A escola desenvolve projeto de pesquisa em história e cultura afro-brasileira e indígenas além do projeto de discussão sobre o consumo, eventos como Arte na Rua, Jornada da Matemática, festas como festa junina e escolares.

Ao me inserir no programa PIBID, escolhi a Escola Estadual Eduardo Milton da Silva, onde estudei durante ensino médio, escolhi esta escola pelo fato de ter um carinho especial, pois me proporcionou grandes aprendizados. Em conversa a diretoria da escola houve grande entusiasmo da direção e professores. Pelo fato de o cronograma da escola estar atrasado devido à greve, não pude expor a mais tempo as minhas intenções como bolsista PIBID, mas o professor que estou acompanhando, me deu grande apoio, além do grande carinho que os alunos transmitiram a mim.  Espero começar logo as atividades e poder retribuir de forma positiva à receptividade que a comunidade escolar teve para comigo.

domingo, 19 de março de 2017

Iniciando os trabalhos de 2017!




 Prezados/as bolsistas PIBID Diversidade LECampoFaE/UFMG, 

Sejam muito bem-vindos ao nosso mais novo canal de comunicação: o Blog do PIBID Diversidade LECampoFaE/UFMG! Por aqui, compartilharemos informações sobre a organização e os modos de funcionamento do Programa e, além disto, faremos a publicação de nossas produções sobre as escolas e salas de aula do campo onde vocês estarão presentes e atuando em 2017. 

Neste primeiro contato, aproveitamos para lembrar algumas orientações gerais para o desenvolvimento das atividades ao longo deste ano: 

1) Invista em uma imersão mais efetiva nos espaços e tempos escolares. Intensifique o acompanhamento da prática docente, observando, perguntando e auxiliando o(s) professor(es) que você acompanha nas atividades desenvolvidas em sala de aula. Nesse processo, tenha sempre em mãos o caderno de campo, para registrar suas ações, percepções e reflexões.
2) Conheça bem a comunidade escolar em que você está inserido. Integre-se à comunidade para (re)conhecer a sua realidade, os projetos previstos para o ano, as expectativas da escola e alunos quanto às ações do PIBID e sobre como o PIBID pode contribuir para o desenvolvimento das diversas atividades escolares. Esta postura o(a) ajudará a desenvolver atividades que contemplem as necessidades da escola e de seus sujeitos.
3) Fortaleça os trabalhos interdisciplinares. Busque formar grupos de trabalho nas escolas com bolsistas de áreas diferentes. Lembramos que todas as atividades desenvolvidas ao longo do ano serão desenvolvidas em grupo.

Entendemos que todo este movimento contribuirá para alcançarmos um dos nossos maiores objetivos: conhecer a escola do campo que temos para, junto aos povos que habitam e fazem os campos das Minas Gerais, construirmos a escola do campo que queremos.
Sejam, novamente, muito bem-vindos/as ao nosso Blog! Contamos com sua participação através do envio de suas produções, comentários e sugestões. Participe conosco! 

Abraços conectados!
Equipe de Coordenação e Supervisão PIBID Diversidade LECampoFaE/UFMG